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Diazepam: para que serve e como funciona

A ansiedade é um problema de saúde mental que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Além disso, outras condições como convulsões, insônia e síndrome de abstinência alcoólica também podem causar sofrimento e impactar a qualidade de vida das pessoas. Para tratar essas condições, muitas vezes é necessário o uso de medicamentos psicotrópicos, como o diazepam. O diazepam é um medicamento amplamente utilizado para tratar diversos transtornos e condições, e é conhecido por seu efeito calmante e ansiolítico.


Neste artigo, vamos explicar o que é o diazepam, para que serve, como funciona, como usar e quais são seus possíveis efeitos colaterais. É importante lembrar que o uso do diazepam deve ser sempre acompanhado por um profissional de saúde, e que a automedicação pode ser perigosa e prejudicial à saúde.


Diazepam: para que serve e como funciona

Introdução:


O diazepam é um medicamento psicotrópico pertencente à classe dos benzodiazepínicos. Ele é utilizado para tratar uma variedade de condições, como ansiedade, insônia, convulsões, síndrome de abstinência alcoólica, entre outras.


O diazepam é conhecido por seu efeito calmante e ansiolítico, e age no sistema nervoso central, reduzindo a atividade cerebral e proporcionando sensação de relaxamento e tranquilidade. Ele pode ser encontrado em diversas formas de apresentação, como comprimidos, solução injetável, entre outras.


No entanto, é importante lembrar que o uso do diazepam deve ser sempre orientado e acompanhado por um profissional de saúde.


O que é diazepam:


Definição do que é o diazepam:


O diazepam é um medicamento psicotrópico pertencente à classe dos benzodiazepínicos, que é utilizado para tratar uma variedade de condições, como ansiedade, insônia, convulsões, síndrome de abstinência alcoólica, entre outras. Ele age no sistema nervoso central, reduzindo a atividade cerebral e proporcionando sensação de relaxamento e tranquilidade.


O diazepam pode ser encontrado em diversas formas de apresentação, como comprimidos, solução injetável, entre outras. O seu uso deve ser sempre orientado e acompanhado por um profissional de saúde.


O diazepam é classificado como um medicamento psicotrópico porque age no sistema nervoso central, afetando a atividade cerebral e promovendo alterações no estado mental e emocional. Ele pertence à classe dos benzodiazepínicos, que são medicamentos com ação ansiolítica, sedativa, hipnótica, anticonvulsivante e relaxante muscular.


Os medicamentos psicotrópicos são usados para tratar transtornos psiquiátricos e neurológicos, mas seu uso deve ser sempre orientado e acompanhado por um profissional de saúde, devido aos possíveis efeitos colaterais e riscos de dependência e abuso.


O diazepam pode ser encontrado em diversas formas de apresentação, tais como:

  • Comprimidos: São os mais comuns e podem ser encontrados em diversas dosagens, geralmente variando de 2mg a 10mg por comprimido.

  • Solução oral: É uma forma líquida de apresentação do diazepam, indicada principalmente para crianças e pessoas que têm dificuldade para engolir comprimidos.

  • Solução injetável: É uma forma de apresentação do diazepam indicada para uso hospitalar, em situações de emergência, como em casos de convulsões.

  • Supositórios: São indicados para situações em que o paciente está impossibilitado de tomar o medicamento por via oral ou intravenosa, como em casos de vômitos frequentes ou convulsões. É importante lembrar que a forma de apresentação do diazepam e a dosagem adequada devem ser definidas pelo médico, de acordo com a condição a ser tratada e as características individuais de cada paciente.


Para que serve o diazepam:


Diazepam: para que serve e como funciona


Explicação sobre as indicações do diazepam:


O diazepam é indicado para tratar uma variedade de condições, incluindo:

  • Ansiedade: O diazepam é um medicamento ansiolítico, que reduz a ansiedade e o estresse. Ele pode ser usado para tratar transtornos de ansiedade, como o transtorno de ansiedade generalizada e o transtorno do pânico.

  • Insônia: O diazepam pode ser utilizado como sedativo para ajudar no tratamento da insônia, proporcionando sono tranquilo e reparador.

  • Convulsões: O diazepam é um anticonvulsivante eficaz, que pode ser usado para controlar convulsões em pacientes com epilepsia e outras condições que causam convulsões.

  • Síndrome de abstinência alcoólica: O diazepam pode ser usado para tratar os sintomas de abstinência em pacientes que estão tentando parar de beber álcool, como tremores, ansiedade e agitação.

  • Espasmos musculares: O diazepam pode ser utilizado para relaxar os músculos e tratar espasmos musculares dolorosos.

É importante lembrar que o uso do diazepam deve ser sempre orientado e acompanhado por um profissional de saúde, que irá avaliar a condição a ser tratada e definir a dosagem e duração do tratamento adequados.


Uso do diazepam em casos de ansiedade, insônia, convulsões, síndrome de abstinência alcoólica, entre outras condições:


O diazepam é um medicamento psicotrópico eficaz no tratamento de diversas condições, como ansiedade, insônia, convulsões, síndrome de abstinência alcoólica, entre outras.


Em casos de ansiedade, o diazepam é indicado como um ansiolítico, reduzindo a sensação de medo, preocupação e tensão. Ele pode ser usado para tratar transtornos de ansiedade, como o transtorno de ansiedade generalizada e o transtorno do pânico.


Na insônia, o diazepam é utilizado como um sedativo para ajudar no tratamento da dificuldade de dormir, proporcionando sono tranquilo e reparador. No entanto, seu uso deve ser controlado e limitado, pois a longo prazo pode levar à dependência.


Em casos de convulsões, o diazepam é utilizado como um anticonvulsivante eficaz, que pode controlar as crises em pacientes com epilepsia e outras condições que causam convulsões.

A síndrome de abstinência alcoólica é caracterizada por sintomas como tremores, ansiedade e agitação em pacientes que tentam parar de beber álcool. O diazepam é um medicamento que pode ser utilizado para tratar esses sintomas e ajudar no processo de desintoxicação.


Além disso, o diazepam também é usado para tratar espasmos musculares dolorosos, como em casos de dor lombar, torcicolos, entre outros. No entanto, seu uso deve ser controlado e limitado, pois a longo prazo pode levar à dependência.


É importante lembrar que o uso do diazepam deve ser sempre orientado e acompanhado por um profissional de saúde, que irá avaliar a condição a ser tratada e definir a dosagem e duração do tratamento adequados.


Importância do uso do diazepam com acompanhamento médico:


O diazepam é um medicamento psicotrópico que deve ser utilizado com acompanhamento médico. É importante destacar que ele não é indicado para todos os casos de ansiedade, insônia, convulsões, síndrome de abstinência alcoólica ou espasmos musculares, e sua utilização inadequada pode levar a efeitos colaterais indesejáveis e até mesmo a dependência.


O médico é o profissional responsável por avaliar a condição do paciente, definir a dosagem e a duração do tratamento, bem como acompanhar o uso do medicamento. É importante seguir as orientações médicas quanto à dose, horário e duração do tratamento, além de informar ao médico sobre qualquer efeito colateral ou sintoma novo que possa surgir.


Alguns efeitos colaterais do diazepam incluem sonolência, tontura, fadiga, perda de coordenação, dificuldade de concentração, entre outros. Além disso, o uso prolongado do diazepam pode levar à dependência, o que torna o acompanhamento médico ainda mais importante para monitorar o uso do medicamento e evitar abusos.


Portanto, é fundamental que o diazepam seja utilizado apenas sob prescrição médica e com acompanhamento adequado, para garantir que seu uso seja seguro e eficaz no tratamento das condições indicadas.


Como o diazepam funciona:


Diazepam: para que serve e como funciona

Explicação sobre o mecanismo de ação do diazepam:


O diazepam pertence a uma classe de medicamentos chamada benzodiazepínicos, que atuam no sistema nervoso central para produzir efeitos sedativos, ansiolíticos, anticonvulsivantes, relaxantes musculares e amnésicos.


O mecanismo de ação do diazepam ocorre por meio do aumento da atividade do neurotransmissor ácido gama-aminobutírico (GABA) no cérebro. O GABA é um neurotransmissor inibitório que ajuda a regular a atividade cerebral, reduzindo a excitação e a ansiedade. Os benzodiazepínicos aumentam a afinidade do GABA pelos seus receptores no cérebro, amplificando seus efeitos inibitórios, o que resulta em efeitos terapêuticos como sedação, relaxamento muscular, diminuição da ansiedade e controle de convulsões.


Além disso, o diazepam também pode interagir com outros neurotransmissores, como a dopamina e a noradrenalina, o que pode ajudar a melhorar o humor e a sensação de bem-estar em alguns pacientes.


É importante lembrar que o mecanismo de ação do diazepam pode variar de acordo com a dose, a duração do tratamento e as características individuais de cada paciente, e por isso, é fundamental seguir as orientações médicas quanto ao uso do medicamento.


Ação do diazepam no sistema nervoso central:


O diazepam atua no sistema nervoso central produzindo uma série de efeitos terapêuticos, incluindo sedação, ansiólise, relaxamento muscular e anticonvulsivante.


O mecanismo de ação do diazepam ocorre por meio da potencialização da atividade do neurotransmissor ácido gama-aminobutírico (GABA) no cérebro. O GABA é um neurotransmissor inibitório que ajuda a regular a atividade cerebral, reduzindo a excitação e a ansiedade. Os benzodiazepínicos como o diazepam aumentam a afinidade do GABA pelos seus receptores no cérebro, amplificando seus efeitos inibitórios, o que resulta em efeitos terapêuticos como sedação, relaxamento muscular, diminuição da ansiedade e controle de convulsões.


Além disso, o diazepam também pode interagir com outros neurotransmissores, como a dopamina e a noradrenalina, o que pode ajudar a melhorar o humor e a sensação de bem-estar em alguns pacientes.


Vale ressaltar que, como todo medicamento psicotrópico, o diazepam deve ser utilizado com cautela e sempre sob prescrição médica, já que o uso inadequado ou abusivo pode levar a efeitos colaterais indesejáveis e até mesmo a dependência.


Efeito calmante do diazepam:


O efeito calmante é um dos principais efeitos do diazepam e é atribuído à sua capacidade de reduzir a atividade do sistema nervoso central, promovendo a sensação de relaxamento e diminuindo a ansiedade.


O mecanismo pelo qual o diazepam produz esse efeito é a potencialização da atividade do neurotransmissor GABA, que é um neurotransmissor inibitório no cérebro. O GABA ajuda a regular a atividade cerebral, reduzindo a excitação e a ansiedade. Quando o diazepam é administrado, ele aumenta a afinidade do GABA pelos seus receptores no cérebro, amplificando seus efeitos inibitórios, o que resulta em um efeito calmante.


O efeito calmante do diazepam pode ser útil no tratamento de transtornos de ansiedade, como transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do pânico e fobia social. No entanto, é importante lembrar que o diazepam deve ser utilizado com cautela e sempre sob prescrição médica, pois o uso indevido ou abusivo pode levar a efeitos colaterais indesejáveis e até mesmo a dependência.


Como usar o diazepam:


Diazepam: para que serve e como funciona

Informação sobre a dose adequada do diazepam para cada indicação:


A dose adequada do diazepam varia de acordo com a indicação para o qual está sendo utilizado e deve ser prescrita pelo médico responsável pelo tratamento.


Para o tratamento da ansiedade, a dose recomendada pode variar de 2 mg a 10 mg, administrados de 2 a 4 vezes ao dia. Para o tratamento de transtornos do sono, a dose pode variar de 5 mg a 15 mg, tomados antes de dormir.


No caso do tratamento de convulsões, a dose pode variar de 2 mg a 10 mg, administrados de 2 a 4 vezes ao dia. Em casos de emergência, como convulsões recorrentes, pode ser necessário administrar doses maiores, por via intravenosa.


Para a síndrome de abstinência alcoólica, a dose recomendada pode variar de 10 mg a 40 mg, administrados de 2 a 4 vezes ao dia.


É importante ressaltar que a dosagem adequada do diazepam varia de acordo com as características do paciente e as condições clínicas em que o medicamento é utilizado. Portanto, é fundamental seguir a prescrição médica e não alterar a dose sem orientação médica. O uso inadequado ou abusivo do diazepam pode levar a efeitos colaterais indesejáveis e até mesmo a dependência.


Modo de administração do diazepam (oral, injetável, etc.):


O diazepam pode ser administrado por via oral, injetável ou retal. A forma mais comum é por via oral, na forma de comprimidos ou solução oral. A administração do diazepam por via oral geralmente leva de 30 minutos a 1 hora para produzir efeito.


A administração intravenosa do diazepam é geralmente utilizada em casos de emergência, como convulsões recorrentes ou status epilepticus, uma condição que envolve convulsões prolongadas e ininterruptas. A administração intravenosa do diazepam produz efeito mais rapidamente do que a administração oral, geralmente em questão de minutos.


O diazepam também pode ser administrado por via retal, em forma de supositório, principalmente em pacientes que estão inconscientes ou não conseguem tomar o medicamento por via oral. A absorção do medicamento por via retal pode ser mais lenta do que por via oral ou injetável.


É importante lembrar que a forma de administração do diazepam deve ser prescrita pelo médico responsável pelo tratamento, de acordo com as necessidades do paciente e a indicação para a qual está sendo utilizado.


Cuidados a serem tomados ao usar o diazepam:

Existem alguns cuidados que devem ser tomados ao utilizar o diazepam, tais como:

  1. Uso somente sob prescrição médica: o diazepam é um medicamento sujeito a prescrição médica e deve ser utilizado somente sob orientação de um profissional habilitado.

  2. Não exceder a dose prescrita: a dose do diazepam deve ser ajustada individualmente pelo médico, e deve ser seguida rigorosamente pelo paciente. Não se deve exceder a dose prescrita, pois isso pode aumentar o risco de efeitos colaterais e toxicidade.

  3. Não usar por longos períodos: o diazepam é um medicamento que pode causar dependência e abuso, especialmente quando utilizado por longos períodos de tempo. Portanto, ele deve ser utilizado somente pelo tempo necessário para tratar a condição indicada.

  4. Evitar o consumo de álcool: o consumo de bebidas alcoólicas durante o tratamento com diazepam pode potencializar seus efeitos sedativos e causar efeitos colaterais indesejáveis.

  5. Cuidado ao operar máquinas ou dirigir veículos: o diazepam pode causar sonolência e prejudicar a capacidade de reação do paciente, o que pode ser perigoso ao operar máquinas ou dirigir veículos.

  6. Evitar o uso em mulheres grávidas ou que estejam amamentando: o diazepam pode causar danos ao feto em desenvolvimento e também pode ser excretado no leite materno, portanto, seu uso deve ser evitado durante a gravidez e amamentação.

  7. Informar o médico sobre outras medicações: é importante informar o médico sobre todos os medicamentos que está utilizando, incluindo suplementos e medicamentos sem prescrição médica, pois alguns podem interagir com o diazepam e aumentar o risco de efeitos colaterais indesejáveis.

Efeitos colaterais do diazepam:


Diazepam: para que serve e como funciona

Informação sobre os possíveis efeitos colaterais do diazepam:


O diazepam pode causar alguns efeitos colaterais, como qualquer medicamento. Alguns dos mais comuns incluem:

  1. Sonolência: o diazepam pode causar sonolência e fadiga, especialmente nas primeiras semanas de tratamento.

  2. Tontura: tontura e vertigem também são comuns em pessoas que utilizam diazepam, especialmente em doses mais elevadas.

  3. Boca seca: algumas pessoas podem sentir a boca seca enquanto utilizam o diazepam.

  4. Dificuldade de coordenação: o diazepam pode afetar a coordenação e o equilíbrio do paciente, tornando-o mais propenso a quedas ou acidentes.

  5. Problemas gastrointestinais: náusea, vômito, constipação ou diarreia também são efeitos colaterais comuns do diazepam.

  6. Alterações no apetite: algumas pessoas podem sentir aumento ou diminuição do apetite enquanto utilizam o diazepam.

  7. Alterações na libido: o uso prolongado do diazepam pode causar alterações na libido, como diminuição da libido ou disfunção sexual.

  8. Depressão respiratória: em doses elevadas, o diazepam pode causar depressão respiratória, que pode ser perigosa.

  9. Reações alérgicas: algumas pessoas podem ser alérgicas ao diazepam, o que pode levar a reações graves, como inchaço, erupções cutâneas e dificuldade para respirar.

É importante que o paciente informe seu médico imediatamente caso experimente qualquer um desses sintomas ou outros efeitos colaterais indesejáveis.


Efeitos colaterais mais comuns e menos comuns:


Além dos efeitos colaterais comuns que mencionei anteriormente, existem alguns efeitos colaterais menos comuns que podem ocorrer em pessoas que utilizam diazepam, como:


  1. Confusão mental: em casos raros, o diazepam pode causar confusão mental, desorientação ou perda de memória.

  2. Agitação: algumas pessoas podem experimentar agitação, irritabilidade e hostilidade enquanto utilizam o diazepam.

  3. Mudanças de humor: o diazepam pode afetar o humor do paciente, causando depressão, ansiedade ou mudanças de humor inexplicáveis.

  4. Queda da pressão arterial: em doses elevadas, o diazepam pode causar queda da pressão arterial, o que pode levar à tontura e desmaios.

  5. Aumento da pressão intraocular: o diazepam pode aumentar a pressão dentro do olho, o que pode levar a problemas oculares, como glaucoma.

  6. Problemas hepáticos: o diazepam pode afetar a função hepática, especialmente em pessoas com histórico de problemas hepáticos.

  7. Dependência e abuso: o diazepam é um medicamento com potencial para causar dependência e abuso, especialmente em pessoas que utilizam doses elevadas ou por longos períodos.

Lembre-se sempre de conversar com seu médico antes de iniciar o uso de qualquer medicamento e informe-o sobre qualquer efeito colateral que você possa estar experimentando.


Sinais de alerta em caso de efeitos colaterais graves:


Embora os efeitos colaterais mais graves do diazepam sejam raros, é importante estar atento a alguns sinais de alerta. Se você sentir algum dos seguintes sintomas, procure ajuda médica imediatamente:

  1. Dificuldade para respirar ou engolir;

  2. Inchaço dos lábios, língua, face ou garganta;

  3. Erupções cutâneas, coceira intensa ou urticária;

  4. Confusão ou alucinações;

  5. Comportamento agressivo, hostilidade ou pensamentos suicidas;

  6. Batimentos cardíacos irregulares ou acelerados;

  7. Convulsões;

  8. Dor abdominal intensa, náusea ou vômito;

  9. Febre alta;

  10. Problemas de visão, incluindo visão turva, diplopia (visão dupla) ou movimentos oculares involuntários.

Lembre-se de que esses sintomas são raros e que a maioria das pessoas que usa diazepam não apresenta efeitos colaterais graves. No entanto, é importante estar ciente dos possíveis riscos e procurar ajuda médica imediatamente se sentir algum sintoma grave.


Conclusão:

Em resumo, o diazepam é um medicamento psicotrópico utilizado para tratar uma variedade de condições, como ansiedade, insônia, convulsões e síndrome de abstinência alcoólica. Ele atua no sistema nervoso central, promovendo um efeito calmante e relaxante.


É importante usar o diazepam com acompanhamento médico e seguir as orientações do profissional de saúde, a fim de evitar efeitos colaterais indesejados e garantir a eficácia do tratamento. Além disso, é importante estar atento aos sinais de alerta em caso de efeitos colaterais graves e buscar ajuda médica imediatamente, se necessário.


Referência:


  • FARMACOPEIA BRASILEIRA (2010). Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), 5ª ed. Brasília.

  • Harrison's Principles of Internal Medicine, 19th Edition, McGraw-Hill Education, 2015.

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  • Pagnin, D., et al. (2014). "Efficacy and tolerability of benzodiazepines versus antidepressants in anxiety disorders: a systematic review and meta-analysis." Psychotherapy and Psychosomatics 83(6): 355-362.

  • Stahl, S. M. (2013). "Benzodiazepines." Stahl's Essential Psychopharmacology: Neuroscientific Basis and Practical Applications: 305-324.

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